THEME
Eu tinha tanto a dizer, mas de nada te interessava meus devaneios cotidianos. Eu tinha tanto a compartilhar, a dividir, à fazer rir, e de ti, só me restava ganhar minutos singelos de companhia, insuficientes para que cada palavra dita valesse realmente a pena. Eu tinha tanto a dar, a mostrar, para te impressionar, mas de que adiantaria se não surpreenderia nem o percentual esperado? Eu tinha tanto…. Ah deixa pra lá, não interessa!

Eu, por eu. (via madiemoiselle)
É tão complicado encontrar alguém imprevisível hoje em dia, que faça algo inesperado, que ninguém jamais pensou. Cada guri que conheço ou é aquele vagabundo que todas querem, mas ele não quer ninguém, porque ta vidrado em uma guria que conhecia quando pequeno, ou é esnobado por outra enquanto todas estão aos seus pés. Tem também o mauricinho, que assim como o vagabundo, não liga a mínima para o que todas falam, afinal, ele tem dinheiro. Tem aquele que é menos provido de beleza e por isso tem que encantar com o carisma e humor. Mas todos, tornam-se previsíveis, ao ponto de ensaiar e decorar frases românticas, o que não as torna romântica por isso. Tornam-se efêmeras, não vem de um sentimento verdadeiro, logo, serão esquecidas facilmente. E é por isso que clamo, quando existir um guri que se faça diferente e me diga algo fora do usual, esse sim, vai me interte, me envolver e me fazer ama-lo, sem necessitar dizer frases prontas de cartão de presentes.

Eu, por eu. (via madiemoiselle)
E quando a gente tem medo de mostrar quem realmente é, e quando a gente tenta mudar ou esconder as coisas bobas que fazemos ou falamos. E quando, também, receamos ele nos achar estranha e nos deixar… É ai que eu digo, e repito o clichê mais clichê do mundo: “Se alguém realmente gostar de você, vai te achar linda, perfeita, charmosa até quando você acordar.” Não existe, na verdade, não deveria existir medo de mostrar quem realmente se é. Cada pessoa é diferente uma da outra, e essa parte que é a mais interessante. Aprender, se divertir, amar o outro pelo que ele é, com defeitos e qualidades.

Eu, por eu. (via madiemoiselle)

Antiga URL.

Uma ilha deserta seria uma boa pedida. Isolar da sociedade também. Recomeçar, reorganizar a vida, escolher o que fazer, que escolhas tomar, fazer algo certo sem se arrepender. Fazer o que bem entender, sem temer a ninguém. Um mundo só meu. Onde tudo seria verdade, não existiria mentiras, nem enganações. Uma ilha deserta realmente seria uma boa pedida, para colocar as ideias no lugar, aprender a se virar por si só, não depender de ninguém, crescer sozinho. Voltar pra casa a pé, tentando andar, ou de táxi, sem problemas. Passaria metade do dia olhando pra o céu ou lendo um bom livro, acrescentaria idiomas ao vocabulário, teria uma vida social solitária, porém sem sofrimentos, nem lágrimas, muito menos mágoas… Então, garçom por favor, trás uma ilha deserta pra mim!Raphaella, meras palavras